
Alô, alô satisfação.
Eu sou o viajante, o viajante que veio não sei de onde sigo adiante, sol me guia.
Tenho raízes que me seguem e se enterram na terra rasa, sei que o mundo foge aos olhos
Mas não deixa de ser minha casa.
Vento na cara.
Numa viagem o mais importante ainda é o viajante que congela o tempo quanto fotografa alguns instantes, avida é um relâmpago na linha de tempo do mundo como o viajante escolhe os selos por fração de segundo.
A estrada ensina a morrer e a renascer como uma árvore faz, se necessário pra sobreviver
Da terra escura e fértil numa busca por minha esmo me compreendo, evoluo e tenho saudades de mim mesmo. Gratidão ao tempo sabendo que sou poeira no vento.
O próximo destino é o tempo que vai dizer.
Ele chegou a mais de mil lugares que antes não chegaria viu a vista de paisagens que nunca conheceria chegou a concluir que conclusão é só seu ponto de visão e que isso é sabedoria porque o mundo se transforma pra nunca perder a magia.