Diverse

A Diverse é um projeto que visa a implementação de programas de Inclusão e Diversidade, assim como mentoria para mulheres que almejem estar no mercado de trabalho.

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Qual o problema que estamos resolvendo?

 

A pandemia aprofundou um problema social existente a desigualdade social estrutural, essa crise afetou mais o trabalho de mulheres, tanto que a Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) publicou um artigo, o qual identificou como as desigualdades associadas a sexo, raça/cor, idades no mercado de trabalho foram afetadas devido à crise sanitária de 2020.

 

Sendo assim, foi verificado que no segundo trimestre de 2019 a taxa de ocupação de mulheres foi de 46,2%, bem inferior em relação aos homens que contava com 64,8%, fora isso, no mesmo período de 2020 foram verificados que houve uma redução nesse número. Logo, a crise contribuiu para esse aumento da desigualdade social estrutural.

 

Além disso, foi comprovado ainda que a proporção de cargos ocupados por negros decaiu para 45,2% um número bem inferior se comparado com números de 2015, foi comprovado através desse artigo que houve um aumento tanto na transição para desemprego. Também foi comprovado que houve uma redução nas oportunidades de jovens de conseguir emprego, pois ao comprar grupos de 19 a 29 anos e de 30 a 59 anos, houve 64,7% para jovens contra 72% do grupo mais velho. Infelizmente, o mercado de trabalho brasileiro já não apresentava números significativos por conta da pandemia de Covid-19, e em 2020 houve um número alarmante na redução da entrada de indivíduos inativos e/ou desempregados.

 

Portanto, a pandemia teve um efeito devastador sobre o emprego, principalmente no setor informal, o qual a participação feminina é bem forte, segundo a Pnad Contínua, do IBGE, 8,5 milhões de mulheres deixaram a força de trabalho no terceiro trimestre de 200 na comparação com o período homólogo, logo, mais da metade da população feminina com 14 anos ou mais ficaram fora do mercado de trabalho, uma taxa de participação de ocupação ficou em 45,8% uma queda de 14% em relação a 2019.

 

Segundo especialistas, a recuperação será demorada, pois, existem muitas mulheres pobres não possuem qualificação, portanto há uma desigualdade na inserção das mulheres no mercado e a maior rotatividade entre elas, a pandemia afetou grupos mais vulneráveis. Confirmando essa narrativa, a ecônomo Diana Gonzaga, da UFBA (Universidade Federal da Bahia), os mais afetados por essa crise foram os jovens, população negra e aqueles com baixa qualificação. Fora isso, a pesquisadora Solange Gonçalves, do Grupo de Estudos em Economia da Família e do Gênero, ligado a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), alega que a saída de mulheres da força de trabalho foi também a devido aos cuidados domésticos, como os filhos e com familiares, em contrapartida, em relação aos homens, a saída para a inatividade está mais relacionada a problemas de saúde.

 

Sendo por esse motivo que programas de diversidade e inclusão são realidade em 39,7% das empresas, uma tendência identificada na Pesquisa Aon de Benefícios, constatou que multinacionais e companhias com prometidas com os princípios ESG (Ambiental Social e Governança), adotaram estratégia ou políticas voltadas à diversidade e inclusão para equidade de gênero, raça, cor e etnia, público LGBTQIA+, pessoas com deficiência ou geração 50+.  

 

Por isso, como vem se provado empresas que tem investido em Diversidade Inclusão, tem obtido maior visibilidade, representatividade e lucratividade. Em um relatório “Delivering Through Diversity”, realizados em mais de 1000 empresas, obteve que empresas que investem em diversidade de gênero nos times executivos possuem uma probabilidade de 21% maior de obter uma lucratividade acima da média, apesar disso representam um número de 14% muito abaixo do que poderia ser investido.

 

Portanto, a Diverse lida com as ODS 4 Educação de Qualidade, ODS 5 Igualdade de Gênero e ODS 10 Redução das Desigualdades, queremos proporcionar um programa de inclusão e diversidade para inserção de profissionais femininas no mercado.


Quem é impactado por esse problema?

 

A pandemia afetou diversas profissionais, inclusive foi a menor participação feminina no mercado em 30 anos, já havia um problema social existente que se afundou ainda mais por conta dessa crise sanitária global. A desigualdade social estrutural é um problema de muito tempo, mesmo com um aumento em programas de diversidade e inclusão, por isso, precisamos investir em estratégias para inserir e/ou reinserir as mulheres (negras, trans, 50+, etc.) no mercado.

 

Segundo a pesquisa da Pnad Contínua, pesquisa do IBGE apresentou que a taxa de participação das mulheres inseridas no mercado caiu, por conta da crise pandêmica, ficando mais evidente a segregação ocupacional, pois atividades ocupadas por elas geralmente foram as mais afetadas, como serviços domésticos, comércio e serviços, em contrapartida, atividades ocupadas por homens como na construção civil — conseguiram resistir durante a crise, afirma o econômico Lucas Assis.


Qual a solução criada pela equipe para resolver esse problema?

 

Nossa solução pretende ser simples e que agregue valor para nossas usuárias e para as empresas, portanto vamos dividir em duas partes:

  1. Uma plataforma online no WordPressque inclui tudo o que é necessário para criar um site de classificados e ao mesmo tempo ganhar dinheiro com:
    • Google Adense;
    • Programas de afiliado;
    • Plano para assinantes.
  2. Criar um planejamento estratégico e plano de ação em diversidade e inclusão que se adapta a cultura organizacional da empresa, além de oferecer um plano.

O que faz a sua ideia ser única?

 

A Diverse irá atuar no desenvolvimento de um programa de Inclusão e Diversidade, atuando em diversos subsistemas de maneira estratégia e analítica, sendo:

  1. Recrutamento e Seleção, Aquisição de Talentos, Marca Empregadora, Mobilidade e Atração: vamos englobar relacionamentos com as universidades da Região Sul Fluminense, além de fortalecer a marca, irá coordenar e divulgar programas de Estágio e Trainees irá facilitar o processo de deslocamento de funcionário e estruturação de processos seletivos mais inclusivos;
  2. Treinamento, Desenvolvimento Organizacional, Gestão de Desempenho e Desenvolvimento de Lideranças: iremos proporcionar as logísticas dos treinamentos, pesquisa de clima organizacional, desenho e planejamento de programas de desenvolvimento e retenção de talentos e líderes, além da avaliação comportamento e de resultados;
  3. Consultoria interna: iremos realizar uma analise interna de recursos humanos, atendendo e estando próxima de um conjunto de departamentos que são essenciais como parceiro de negócios deve ser orientado a gestão de pessoas e alinhado com o RH central.
  4. Consultoria externa: iremos fazer a divulgação de vagas da Região Sul Fluminense, fazer a conexão entre usuárias e promover o desenvolvimento pessoal e profissional, capacitar mulheres para assumir cargos de liderança, desenvolvimento de soft skills referente ao cargo, auxilio durante processo seletivo e orientação de carreira.

Quem é o time que irá executar essa solução?

 

Sara Ribeiro – CEO | Business Intelligence 

Graduanda em Bacharel em Administração, Universidade Federal Fluminense (UFF).

                                                            

Rafaela BufoniUX Design | Marketing

Graduanda em Bacharel em Administração, Universidade Federal Fluminense (UFF).

 

Luana PereiraFinanças | Vendas

Graduanda em Bacharel em Administração, Universidade Federal Fluminense (UFF).

 

Dayanne MarquesGestão de Projetos | Pesquisa e Desenvolvimento

Graduanda em Bacharel em Administração, Universidade Federal Fluminense (UFF).

 

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