Alerta CassAAndra

Plataforma de IA que converte previsão do tempo em mapas de risco de inundação com granularidade de bairros, solo e relevo. Antecipa onde o impacto será crítico.

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  • Fomentar la resiliencia de los pequeños agricultores
  • Mejorar el rendimiento de los productores a gran escala
  • Lograr la seguridad alimentaria en todo el país

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Description

A plataforma monitora continuamente 59 regiões estratégicas da América Latina, abrangendo diferentes biomas e países, com dados em tempo real dos satélites Sentinel-1 (radar SAR, operacional mesmo sob cobertura de nuvens) e Sentinel-2 (óptico), cruzados com informações climáticas atualizadas via Open-Meteo. O núcleo do sistema é um modelo híbrido de inteligência artificial treinado com crises alimentares reais da região, que processa anomalias de NDVI, déficit hídrico, estresse térmico, mudanças estruturais detectadas por SAR e fatores logísticos — gerando uma pontuação de risco sonoro (0–100) com probabilidade de escalada e janela temporal estimada para agravamento.


Atualmente o sistema monitora 59 regiões, com o seguinte panorama: 7 em situação de crise, 18 em alerta, 10 em atenção e 24 resultados — com 103,8 milhões de pessoas em zonas de risco mapeadas. Para cada região, a plataforma gera relatórios técnicos completos exportáveis em PDF, com diagnóstico de IA, previsão meteorológica de 10 dias, simulação de zonas de inundação e recomendações operacionais acionáveis.


Diferentemente das abordagens tradicionais, que refletem indicadores já consolidados, o sistema atua na fase pré-crítica — detectando sinais sutis e cumulativos que antecedem a quebra de safra e a desorganização do abastecimento, com semanas ou meses de antecedência.


Detecção confirmada — 6 e 7 de abril de 2026


Em 6 de abril de 2026 às 17h58, o sistema gerou relatório para o Rio Grande do Sul identificando 22 zonas de risco extremo de inundação — incluindo ilhas fluviais do Delta do Jacuí, vales ribeirinhos do Rio Taquari (Lajeado, Estrela, Encantado, Muçum), escavadas do Rio dos Sinos (São Leopoldo, Novo Hamburgo, Campo Bom) e áreas urbanas de Porto Alegre (Humaitá, Navegantes, Sarandi, Centro Histórico) — além de anomalia térmica de +4,9°C acima do normal. Os dados foram encaminhados à Defesa Civil às 17h59. Às 3h da madrugada do dia 7 — 9 horas depois — a Defesa Civil emitiu o alerta oficial.


O que veio a seguir confirmou a detecção: um ciclone extratropical formado na costa do Uruguai gerou acumulados de 147 mm em Santa Maria em poucas horas — mais da metade do volume esperado para o mês inteiro. O INMET tempestade emitiu três alertas simultâneos de risco explícito de estragos em plantações e alagamentos para ventos de até 100 km/h. A Defesa Civil RS ativou condição de alerta para as regiões das Missões, Planalto e Vales.


No mesmo período, o sistema registrou pontuação de risco 64,2/100 para o Semiárido Nordestino, com queda crítica de crescimento (NDVI 0,050, -2,3σ abaixo da média histórica), déficit de redução de -25%, mudança estrutural bloqueada pelo SAR Sentinel-1 (índice 0,35) e acesso logístico localizado a 43% — gerando recomendações de convocação de comitê de crise alimentar regional, pré-posicionamento de estoques e encaminhamento ao Ministério da Agricultura. Horas depois, chuvas de até 129 mm em 24h atingiram Pernambuco, com alerta vermelho para a Região Metropolitana do Recife, Zona da Mata Norte e Sul — confirmado por CEMADEN, CNN Brasil, G1 e Folha de Pernambuco.


9 horas de antecedência em relação ao alerta oficial da Defesa Civil. Confirmado por CEMADEN, Defesa Civil RS, INMET, CNN Brasil, G1 e Folha de Pernambuco.


Para governos, organismos internacionais e instituições humanitárias, isso significa dar uma resposta reativa à prevenção baseada em evidências: alocação antecipada de recursos, ativação de políticas públicas e mitigação de impacto antes que uma crise se materialize.

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